segunda-feira, 2 de junho de 2008

4minutes

Voltei.
Será?
é óbvio que não.
Como estava a comentar com um amigo (inclusive que tem um gosto maravilhoso para músicas - salvo que fique claro que escrevi isso porque sei que ele vai ler o meu blog-) a experiência... conhecer o novo e a sensação de adicionar, tanto você ao outro e vice-versu não tem preço. Não há carro, não há dinheiro que me faça sorrir tanto quanto o prazer de ser prazeiroso a alguém.
Hoje me deparei com um quintal cheio de amigos saudosos. Sorrisos...
Hoje eu me deparei com um ser tal que mal consigo definí-lo.
Talvez tenha um termo... complicado.
Risos.
E bem sabemos que um dos meus passa-tempos é desatar nós.
Brinco. Longe de mim complicar a vida de alguém, mas...
A vida é tão simples por si só...
e se não a complicamos, não exercitamos a acção que nos fora concebido de buscar por algo... de lutar. De infrentar.
O sabor é bem mais degustante quando se luta por aquilo que quer.
Mas é aquela questão: eu a cada dia que passa não sou mais eu... sou o John.
E é tão difícil de entender isso. Eu não entendo as vezes.
Foda-se... tô viajando.
Bom, a viajem foi linda, as pessoas foram maravilhosas, o retorno então... sem igual.
Espero viajar mais vezes para poder ter cada um desses por mais vezes; pois suspeito que infelizmente o último não será tão bom.
Whatever.

HuG

domingo, 4 de maio de 2008

O melhor e o pior

Quem é que pode dizer o que é o melhor e o pior?
E a questão da relatividade ainda me persegue.
O meu whisky agora tem a idade de dezenove anos. Está mais caro... está mais valorizado...
Está mais difícil.
Reclamar é fato. Em minha vida é fato, ou seja, é algo que sempre vai acontecer. Mas hoje especialmente...
Hoje unicamente tive vergonha. Tive falta no que dizer.
Magoar alguém para mim é um veneno. Algo que me consome aos poucos. E um dia eu ouvi que a morte em vida é uma das piores que se pode passar.
Tive medo em dizer, tive vergonha. Tive ância. Mas o que fazer?
Já disse que verdade é que nem xarope... é ruim a primeiro momento mas sabes que faz bem.
No meu caso, magoei alguém...
Um alguém que de tanto ser intenso, num só beijo me pediu meio que subjetivamente para ficar, em namoro e para noivar...
Me sinto mal por não ter podido corresponder-lhe. Mal por saber que seria feliz... que ficaria bem. Que me faria sorrir. E como ando precisando disso.
Não tenho a capacidade de me exigir sob alguém. E se por ventura souber que 'esse alguém' seria capaz de se submeter 'a mim', não teria coragem de me olhar ao espelho e me encarar todos os dias.
Cada um sabe bem o peso da cruz que leva.
Queria mesmo que pudesses então ler o que aqui escrevo...
Que soubesses então o que senti ao te negar o que neguei.
Ficarei ansioso esperando que ligues para o meu celular onde então melhor farei... falarei olhando a você.
Mas sei que isso não vai acontecer; pois sei com qual figura pareci naquele momento.
Infantilidade eu não digo... mas incapacidade de ser e de fazer alguém feliz... sim.
Me desculpe.


HuG

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Flores, gueixas e penas(desabrochar)

Ouvi uma música estrumental onde só a sanfona se fazia presente.
Não sei se pelo fato das sei lá quantas doses de frozen, mas me peguei olhando a minha mão se abrindo e fechando, como num sucetivo desabrochar de uma flor.
O fato não é esse, mas sim a sensação.
Já pararam para classificar, ou pelo menos tentar dar um nome concreto a sensações pela qual você se pega de repente?
Hoje ouvi uma música que me dava a impressão de gueixas a dançarem sobre um campo de flores vermelhas ao desabrochar e, em vez de neve, plumas caiam sobre elas. Na feição nenhum sorriso; apenas dedicação.
Os movimentos dos mais complexos e perfeitos enchiam o campo dessa sensação que estava sentindo.
De repente vi que era um palco. Onde estava sentado na platéia ao adimirá-las. Me senti comovido e emocionado quando suspeitei de uma lágrima que se atrevera em tentar cair. Me contive.
Uma música composta especialmente e exclusivamente para aquele momento único.
As ruas passavam por nós acompanhando a sincronia da melodia.
A brisa gelada da madrugada dava a sensação de lugar novo; desconhecido. E não há nada mais empolgante que o descobrir. Taquicardia louca que faz o peito se estufar numa tentativa de conter-se a aquela alegria inesplicável.
Talvez alegria somente por se estar vivo. Tão simples que acaba se tornando tão complicado...
A noite vai acabando e consigo a lua vai levando essa brisa gostosa.
Nela não percebi, mas sim por mais uma vez tomei conta de que pequenas fortunas se encontram em sorrisos e em abraços amigos.
Uma troca perfeita: um aperto de mão por um sorriso.

HuG

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Dualismo

Pergunta geral a vocês; costumam tirar uma época do ano e refletir no que fizeram e no que deixaram de fazer?
Não falando de Natal!!
Ontem contei a um amigo sobre a minha 'reavaliação semestral de conceitos'. Quem por aqui me acompanha sabe do que estou falando. Daqui há uns dias estarei de aniversário e, me dou o luxo de durante os dias antes, escolher o que quero para o ano conseguinte. Agora se consigo fazer tudo eu não sei; mas eu me esforço.
Sou bom em me auto-criticar. Me cobro bastante. Mas se faço algo que mereça um elogio meu, me contento comigo mesmo.
Na faculdade o convívio com pessoas adultas e intelectuais me forçam a moldar o meu então em andamento (talvez em eterno processo de formação) caráter; pois, foram em mesas de lanchonetes e botequins que ouvi os mais verdadeiros conceitos de vida. Porém sei que não devo me apegar demais a eles pois a qualquer momento poderemos ser separados da nossa então 'rotina boa' (sacaram a contradição?!), por isso então tento estar perto o máximo e possível, dentro das normas técnicas do manual de como ser homem (piada interna, me desculpem).
Não é que esteja me animando. Está certo, eu estou mas não é que eu esteja me empolgando... Sei que não vai ser uma metamoforse como do lobisomem, se bem que ando mais pra butterfly ¬¬
Estou tentando dizer que, antes ficava a imaginar que fosse me transformar em um outro ser, que o dia fosse amanhecer e por ser manhã do meu aniversário o sol me acompanharia pelas ruas (isso sem que eu suasse), os cães ladrariam para mim e pousaria um passarinho dourado no meu ombro onde então começaria a cantar com ele. Beem desenho da Disney, beem propaganda da coca-cola que, outra coisa que quero falar... tá decaindo heim.
Ano passado foi mais complicado por ter o tédio como companheiro de quarto. Não querendo me empolgar mas sei que pelo menos para um chopinho posso contar com meus amigos.
Vai rolar uma 'caixinha' aqui em casa. Quero só ver até que ponto vou aguentar guardar dinheiro... RISOS.
Saudade da minha melhor amiga.
Então meus caros é isso. Estou infelizmente dando esses intervalos longos de um post a outro porque uso minha criatividade toda em dissertações e interpretações dentro da sala de aula. E como não sou nenhum gênio artístico, isso em mim tem quantidade certa diária. Agradecendo desde já aos que se dão o trabalho de digitarem o endereço do meu blog; aos e-mais e tbm aos que me pediram para adicioná-los ao orkut. Obrigado mesmo.
Vou me esforçar para escrever nesse fim de semana.
enjoy.



HuG.